Leônor de Vasconcelos b. 1430изр - Индекс потомака

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11/1 <?+?> Leônor de Vasconcelos [Vasconcelos]
Рођење: 1430изр

2

21/2 <1+?> Inês Anes de Vasconcelos [Cardoso]

3

31/3 <2+?> Isabel Rodrigues de Vasconcelos [Sequeira]

4

41/4 <3+1> Lopo Monteiro [Monteiro]
52/4 <3+1> Ruy Monteiro Homem de Vasconcelos [Monteiro] 63/4 <3+1> Álvaro Monteiro [Monteiro]
74/4 <3+1> João Monteiro [Monteiro]

5

91/5 <5+2> Antonio Monteiro [Monteiro]
Други догађај: 1540, fl.
82/5 <4+?> Gaspar Monteiro [Monteiro]

6

101/6 <8+?> Mécia Monteiro (de Alvarenga) [Monteiro]

7

111/7 <10+3> Antonio Rodrigues de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1550изр, Lamego, Viseu, Portugal, fidalgo da ilustre casa dos Alvarenga
Досељавање: 1570изр, São Vicente, SP, Brasil
Свадба: <4> Anna Ribeiro (de Alvarenga) [Ribeiro] b. 1560изр d. 23 октобар 1647, São Vicente, Santos, SP, Brasil
Смрт: 14 септембар 1614, São Paulo, SP, Brasil
Procede esta família de D. Egas Moniz, o célebre aio de D. Afonso Henriques, e de sua segunda mulher D. Teresa Neto, de quem foi neto D. Egas Afonso casado com D. Sancha Pais, pais de Alda, Paio, Lourenço e Pedro Viegas de Alvarenga, de quem ficou descendência que continuou este apelido, retirado da localidade de Alvarenga, na província da Beira.

Sobre a nobreza da família Alvarenga, reproduzimos o que escreveu Pedro Taques - Nob. Paulistana-: "Antonio Rodrigues de Alvarenga passou em serviço do Rei a ser um dos primeiros povoadores da vila de S. Vicente, que em 1531 fundou o donatário senhor dela Martim Afonso de Sousa por concessão de El-Rei dom João III. Nesta vila casou-se Antonio Rodrigues de Alvarenga com Anna Ribeiro, natural da cidade do Porto, donde passou com duas irmãs e vários irmãos na companhia de seus pais Estevão Ribeiro Bayão Parente, natural de Beja (o qual era parente em grau próximo de Estevão de Liz, Morgado bem conhecido em Vila Real) e de sua mulher Magdalena Fernandes Feijó de Madureira, natural da cidade do Porto. De S. Vicente passou para S. Paulo Antonio Rodrigues de Alvarenga com sua mulher, e, como pessoa tão distinta soube conseguir respeito e veneração, e foi senhor proprietário, por mercê do donatário, do ofício de tabelião do judicial e notas de S. Paulo, onde faleceu com testamento a 14 de Setembro de 1614 (C. O. de S. Paulo); e d. Anna Ribeiro faleceu em S. Paulo com testamento a 23 de Outubro de 1647 e foi sepultada na capela-mor da igreja dos religiosos carmelitas, em jazigo próprio, no qual descansavam as cinzas de seu filho Antonio Pedroso de Alvarenga, sargento-mor da comarca de S. Paulo com 80$ de soldo". Viveu em São Paulo onde exerceu, como proprietário, o ofício de tabelião judicial e notas.

Antonio era "fidalgo da ilustre casa dos Alvarenga".

Antonio veio para o Brasil, a serviço do rei, com a missão de ser um dos primeiros povoadores da vila de São Vicente, fundada em 1531 por Martim Afonso de Souza.

Mais tarde, mudou-se para São Paulo , onde, por sua distinção, conquistou o respeito e a admiração de todos.

Por mercê do donatário da Capitania, Antonio tornou-se proprietário do ofício do Tabelião do Judicial e Notas de São Paulo.
122/7 <10+3> Manoel Rodrigues de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1555изр, Lamego, Viseu, Portugal
Casou-se na freguesia de Valdigem, em Lamego, com Andreza de Mesquita, filha de Antonio de Araújo de Mesquita (Antonio Carvalho de Mesquita) e de [...]. Após a morte de Andreza, Manoel casou-se pela segunda vez, com GUIOMAR DE CASTILHO.
133/7 <10+3> Belchior Monteiro [Alvarenga]
Рођење: 1557изр, Lamego, Viseu, Portugal

8

171/8 <11+4> Maria Pedroso de Alvarenga (Freitas) [Alvarenga]
Рођење: 1577изр, São Paulo, SP, Brasil
Свадба: <5> Sebastião de Freitas [Pires] b. 1565изр d. 1644, São Paulo, SP, Brasil
222/8 <11+4> Antonio Pedroso de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1579изр, São Paulo, SP, Brasil
Смрт: фебруар 1643, São Paulo, SP, Brasil
Antonio "foi nobre cidadão de São Paulo com grande respeito, e potentado em arcos de índios que conquistou no sertão que penetrou em várias entradas".

Em 1611, Dom Luís de Sousa assumiu o cargo de governador e administrador geral das três capitanias: do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de São Paulo. Dom Luís, "animando aos paulistas mais poderosos e experientes dos sertões para a empresa de intentarem descobrimentos de minas de ouro ou prata, se encarregou desta importantíssima conduta Antonio Pedroso de Alvarenga".

Em 1616, Antonio, "formando uma grande tropa à sua custa", fez uma entrada para mais de trezentas léguas de São Paulo, até o sertão do grande rio Paraupava (ao norte da capitania de Goiás), que "encaminha o curso de suas águas para o caudaloso rio do Maranhão". Dois de seus cunhados foram mortos durante esta expedição.

"Por esses serviços foi premiado com o posto de sargento-mor da comarca da capitania de São Vicente e São Paulo com o soldo de 80$000".

Antonio declarou em seu testamento:

Declaro eu, Antonio Pedroso de Alvarenga, que minha mãe Anna Ribeira é minha legitima herdeira, e não tenho outra; a qual, sendo caso que faleça da vida presente antes que eu, quero e sou contente que minha mulher Anna Correa será herdeira de todos os bens que se acharem.

Declaramos que em nossa casa se criou um menino por nome Alberto, e a criação lhe demos e damos, como que se fora nosso filho carnal; e pelo amor que lhe temos, queremos e somos contentes que, crescendo ele na virtude e bons costumes e sendo capaz e suficiente para estudar, de ordenarmos à nossa custa de Ordens Sacras; e, sendo que não tenha efeito nem ele tenha suficiência para isso, lhe damos de nossa fazenda 40$000 réis e 5 almas.

Deixamos aos religiosos de Nossa Senhora do Carmo, casas nesta vila.

Deixamos as casas que estão no canto da rua que vai para a praça, que partem de uma banda com casas de Anna Ribeira nossa sobrinha, e da outra com a mesma rua em que Anna Ribeira minha mãe. As damos em dote de casamento a Anna Mourato, filha de Manoel Mourato Coelho, com tal declaração que enquanto minha mãe Anna Ribeira for viva morará nelas, e por sua morte ficarão a dita Anna Mourata.

Em nome de Deus, Amém. Saibam quantos este Codecilo virem que aos 14/2/1643, em esta vila de São Paulo, estando eu, Antonio Pedroso de Alvarenga, doente em cama, faço este codecilo em que declaro algumas coisas que no dito testamento faltaram.
183/8 <11+4> Luiz Monteiro [Alvarenga]
Рођење: 1580, São Paulo, SP, Brasil
Свадба: <6> Merência Vaz [Vaz] b. 1580изр d. 1666
Смрт: 1609, São Paulo, SP, Brasil
144/8 <11+4> Anna de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1582изр, São Paulo, SP, Brasil
Свадба: <7> Pedro da Silva [Silva]
Смрт: 1644, São Paulo, SP, Brasil
205/8 <11+4> Estevão Ribeiro de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1584изр, São Paulo, SP, Brasil
Свадба: <8> Maria Missel [Missel] d. 1660, São Paulo, SP, Brasil
Estevão Ribeiro de Alvarenga foi nobre cidadão de S. Paulo, com estabelecimentos de grandes culturas em Juqueri, conforme escreveu Pedro Taques. Foi casado com Maria Missel, f.ª de João Missel Gigante, estrangeiro cuja nacionalidade não descobrimos, e de Izabel Gonçalves. Esta Maria Missel, que faleceu com testamento em S. Paulo em 1660, era irmã inteira de Izabel Gonçalves, que em 1636 casou em S. Paulo com Rodrigo Alves; era também irmã de João Missel Gigante, que foi casado com Constança, de Oliveira.
196/8 <11+4> w Francisco de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1587, São Paulo, SP, Brasil
Титуле : Capitão
Свадба: <9> Luzia Leme [Leme] b. 1590изр d. 16 октобар 1653, SP, Brasil
Смрт: 10 август 1675, São Paulo, SP, Brasil
217/8 <11+4> Ignez Monteiro de Alvarenga, a Matrona [Alvarenga]
Рођење: 1590изр, São Paulo, SP, Brasil
Свадба: <10> Salvador Pires de Medeiros [Pires] b. 1590изр d. 1640изр, São Paulo, SP, Brasil
Смрт: 1671изр, São Paulo, SP, Brasil
Desde 1620, Salvador e Inês estabeleceram-se, "com numerosa corte de índios", em sua fazenda de Ajuá, na Serra da Cantareira, na região conhecida como Juqueri.

Em 1642, já viúva, Inês requereu à Câmara de São Paulo revalidação das terras de sesmaria que possuía há 18 anos "nas cabeceiras do Bartholomeu Bueno", além de mais terras no Juqueri para os filhos casados.

Por volta de 1650, seu filho mais velho, Alberto, assassinou a própria esposa (Leonor) e o cunhado. Os Camargo, da família de Leonor, revoltados, imediatamente procuraram vingança. Alberto tentou se esconder na casa da mãe, já viúva. Seus perseguidores, já altas horas da noite, dirigiram-se à fazenda de Ajuá e cercaram a casa da Matrona, gritando e fazendo tumulto. Exigiam que o assassino lhes fosse entregue, caso contrário incendiariam a casa.

Quando as ameaças se tornaram insuportáveis, Dona Inês abriu a porta em lágrimas, segurando um crucifixo. Com eloquência, implorou a todos para que, em nome das chagas de Cristo, poupassem a vida de seu filho e o deixassem ser julgado pela Justiça do Reino. Tão ardorosa foi a súplica que a corajosa viúva conseguiu o que queria.

Alberto foi preso e conduzido à vila de São Paulo, onde ficou aguardando julgamento sob custódia das autoridades. Em seguida foi levado a Santos e embarcado em direção à Bahia, onde seria finalmente julgado. Dona Inês, tentando auxiliar o filho a escapar das malhas da lei, viajou por terra ao Rio de Janeiro, disposta a conseguir sua liberdade a qualquer custo, de maneira lícita ou ilícita.

Os inimigos de Alberto, entretanto, acompanhando o réu para garantir o cumprimento da lei, ficaram sabendo que a Matrona já se encontrava em Paraty aguardando a chegada do barco. Conhecendo Dona Inês, e prevendo suas intenções, optaram por fazer justiça com as próprias mãos. Assim, quando o barco deixava o porto da Ilha Grande, enforcaram Alberto e jogaram seu corpo ao mar.

Este trágico episódio deu origem à famosa "guerra" entre Pires e Camargo, cujos registros nas atas da Câmara de São Paulo estendem-se de 1641 a 1765. Nos anos seguintes, Dona Inês, sedenta de vingança, manteve acesa a violenta guerra entre as duas famílias. Não deu trégua aos assassinos de seu filho e envolvia-se até mesmo nas disputas da Câmara, para impedir que os Camargos aumentassem sua influência política. Os adversários revidavam com o mesmo ânimo, investindo, às vezes, contra a própria casa da Matrona, na serra da Cantareira. De tais ataques, resultou, finalmente, a destruição da casa, "uma das maiores daquele tempo".

Em 1655, representantes dos Pires e dos Camargos reuniram-se na Bahia com o governador-geral do Brasil, o Conde Dom Jerônimo de Athayde, e fizeram um acordo de paz, incluindo anistia a todos os crimes até então cometidos.

O governador-geral, na ocasião, escreveu uma carta à Matrona, pedindo-lhe que perdoasse os inimigos, trazendo assim grande benefício à sua pátria e declarando-a "a principal pessoa em cujo arbítrio está a última conclusão da paz". Além disso, escreveu uma carta ao Rei, em que afirmava que "não era justo que, pela porfia de uma só mulher, que era a parte mais obstinada, padecesse toda uma capitania". Em 24 de Novembro de 1665, um decreto de Dom Jerônimo de Athayde determinou que as câmaras paulistas deveriam ter sempre o mesmo número de Pires e de Camargo, e mais um membro neutro.

Foi uma das protagonistas de uma longa série de escaramuças com a família Camargo, episódio que colocou a vila de São Paulo e arredores literalmente em pé de guerra, nos idos de 1640. A promoção da paz foi difícil tarefa, que envolveu até o governador-geral, o Conde da Autouguia, que em correspondência se referia à matrona como “a mais rija parte que houve nos casos que resultaram todos os desentendimentos e tal contenda”. Este é um caso emblemático, pois mostra bem como era o comportamento das esposas e mães no período colonial paulista: fidelidade e apego. Muito longe, portanto, da imagem tradicional de recato, placidez e submissão.

O célebre historiador de São Paulo e das bandeiras, Afonso de Taunay, certa vez afirmou que a matrona dos Pires seria uma “exceção à timidez feminina daqueles tempos”. Em poucas palavras, ele sintetizou o que algumas gerações de historiadores pensavam sobre as mulheres paulistas. Mas, nas ocasiões em que elas ficavam investidas de poder, assumiam características de autoridade e sede de vingança, atributos tidos por muitos como "masculinos".
158/8 <11+4> Jerônimo de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1592изр, São Paulo, SP, Brasil
Em sua infância, foi "curado de maneira milagrosa" pelo padre José de Anchieta.
169/8 <11+4> Thomazia Ribeiro de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1595изр, São Paulo, SP, Brasil
2310/8 <11+4> Maria Rodrigues de Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1597изр, São Paulo, SP, Brasil
Смрт: 1646, São Paulo, SP, Brasil
2411/8 <11+4> Bento da Trindade Alvarenga [Alvarenga]
Рођење: 1600изр, São Paulo, SP, Brasil
"Ordinance": São Paulo, SP, Brasil, Frei carmelita